Mafalda Monteiro

Share

De bicicleta com o Bike Buddy!

Já se sabe que o início do ano é sempre assinalado pela tomada de algumas decisões e pelo pedido de alguns desejos. Acima de tudo espera-se que o ano seja melhor que o anterior e que tenhamos saúde e alegria.

Algumas das decisões concretizam-se, outros desejos ficam para as calendas. No entanto, a primeira das minhas decisões para 2013 já começa a tomar forma: andar mais de bicicleta. E porque não de e para o trabalho?

Assim, hoje, lá fui. Parque das Nações – Amoreiras e voltar.

Confesso que estou um bocadinho moída, mas foi espectacular. Dificilmente de carro (ou mesmo de autocarro) se respira tanto ar puro. Sabem que se ouvem pássaros perto da Avenida de Berna? Têm noção da quantidade de jardins e espaços verdes por que se passa um pouco por toda a cidade?

Para esta minha primeira aventura, contei com a ajuda de um Bike Buddy que me acompanhou grande parte do percurso.
Continuar a ler “Mafalda Monteiro”

André

Share

Decidi, como resolução para o ano de 2013, pegar na bicicleta para ir para o trabalho. Senti-me particularmente tentado a fazê-lo, ao ver que uma nova colega de trabalho já o fazia.

Fiz uma pesquisa na net. Foi facílimo dar com imensas páginas a demonstrar as inúmeras vantagens deste meio de locomoção. Pedi uma bicicleta emprestada, comprei um capacete e fiz-me à estrada.
Através da página do programa BikeBuddy conheci o António Cruz e com ele fiz o meu percurso habitual (+/- 2,8-3,0 km; do Areeiro à Pena).
Pelo caminho deu para conversarmos e perceber que as minhas recentes conclusões já eram há muito conhecidas dos restantes ciclistas de Lisboa. É facílimo deslocar-me ao trabalho, em particular numa distância tão pequena (apesar de estar bem servido de metro, demoro exactamente o mesmo tempo de bicicleta). As colinas não são nenhum problema que não se evite. O trânsito não é um problema que não se evite ou manobre, sobretudo após as dicas do António.

Recomendo tirar a “carta para velocípedes” com um BikeBuddy a qualquer um.

Continuar a ler “André”