André

Decidi, como resolução para o ano de 2013, pegar na bicicleta para ir para o trabalho. Senti-me particularmente tentado a fazê-lo, ao ver que uma nova colega de trabalho já o fazia.

Fiz uma pesquisa na net. Foi facílimo dar com imensas páginas a demonstrar as inúmeras vantagens deste meio de locomoção. Pedi uma bicicleta emprestada, comprei um capacete e fiz-me à estrada.
Através da página do programa BikeBuddy conheci o António Cruz e com ele fiz o meu percurso habitual (+/- 2,8-3,0 km; do Areeiro à Pena).
Pelo caminho deu para conversarmos e perceber que as minhas recentes conclusões já eram há muito conhecidas dos restantes ciclistas de Lisboa. É facílimo deslocar-me ao trabalho, em particular numa distância tão pequena (apesar de estar bem servido de metro, demoro exactamente o mesmo tempo de bicicleta). As colinas não são nenhum problema que não se evite. O trânsito não é um problema que não se evite ou manobre, sobretudo após as dicas do António.

Recomendo tirar a “carta para velocípedes” com um BikeBuddy a qualquer um.

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Nuno Anunciação

“No passado dia 14 de Novembro, dia de Greve Geral, perante a falta de transportes vi-me “obrigado” a deslocar-me no meu automóvel, de Odivelas onde resido, para Lisboa, onde trabalho. Uma vez que trabalho na Baixa de Lisboa, uma zona com trânsito e estacionamento muito difícil, optei por estacionar o automóvel numa zona fora do centro e daí deslocar-me de bicicleta para a Baixa de Lisboa. Sou um “ciclista de fim de semana” e costumo andar de bicicleta em estradas com pouco movimento, sobretudo em zonas rurais. Não tenho experiência em andar de bicicleta na cidade, com muito trânsito, e por esse motivo a ajuda do Bike Buddy João Pimentel Ferreira foi muito útil, nomeadamente sobre as regras a seguir e cuidados a ter ao circular no meio do trânsito da cidade. Foi uma experiência muito útil que recomendo a quem se queira iniciar a andar de bicicleta na cidade.”

Da parte do BB JPF apenas a referir que segundo o próprio foi uma experiência fantástica, até porque foi a primeira vez que fez de Bike Buddy apesar de andar de bicicleta na cidada há mais de um ano. O Nuno é seu colega de trabalho e como não havia transportes públicos devido à greve deixou o carro em Braço de Prata e fizeram 7km até ao Campo das Cebolas, na zona da Baixa de Lisboa. JPF diz que foi “tranquilo”, foram essencialmente sempre na via BUS ao longo da av. Infante D. Henrique, até mais ou menos à zona da fábrica da Nacional, onde existe uma passagem para a rua do porto de Lisboa, onde nesse troço o tráfego de camiões é muito menor. O percurso de 7km foi efetuado em cerca de 20 minutos. Uma dica importante que foi dada, entre muitas outras: “Nunca andar encostado à direita!!!”

Iniciado: Nuno Anunciação
Mestre BB: João Pimentel Ferreira

Aposta em Andar de Bicicleta!


Seja por gosto ou por necessidade, segundo esta noticia parece que existem cada vez mais pessoas a andar de bicicleta. A noticia conta a história do preconceito de andar de bicicleta em Portugal, explica porque é que actualmente “A bicicleta está na moda”, e apresenta os Bike Buddy’s como alternativa para quem quer andar de bicicleta na cidade mas tem medo de começar.
Um artigo curto que vale a pena ler.

Documentário: Life Cycles

Life Cycles é um documentário poderoso e inspirador que nos conta a história da bicicleta. É a celebração da bicicleta na sua essência. Uma experiência cinematográfica arrepiante (que exige um ecrã grande, alta definição – HD – e um bom sistema de som), na senda das imagens e ambientes de Baraka.

Embora seja um documentário sobre a bicicleta numa vertente desportiva (BTT), extravasa essa componente e vale seguramente a pena para um público alargado. Estão aqui, seguramente, algumas das mais espantosas e belas imagens já feitas com bicicletas. 47 minutos de beleza pura.

 

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Massa Crítica e a primeira vez

Na Massa Crítica (MC) de Outubro 2011, sucedeu algo que é um bom exemplo do que pensa quem está de fora, mas até gostava de estar dentro, i.e., não anda de bicicleta em Lisboa, mas gostava.

Massa Crítica no Marquês de Pombal
Massa Crítica no Marquês de Pombal

Um casal meu amigo resolveu aparecer na MC desse mês. Foi a primeira vez. Nenhum deles tinha experiência a andar de bicicleta na cidade, mas ela estava muito mais motivada para o fazer (até porque ele trabalha fora de lx). Enquanto conversávamos, antes do início da MC, eles diziam-me coisas como: “se calhar, não vamos conseguir fazer isto tudo”, “eu até gostava de andar de bicicleta no dia-a-dia, mas… tenho medo!”.

Antes de chegarmos ao Saldanha, ela já me dizia: “afinal isto não sobe!”, referindo-se à pouca inclinação que a Fontes Pereira de Melo tem, mas que parece ser mais difícil. E assim continuámos. Eles continuavam a sorrir, maravilhados com a animação e boa disposição gerais. E também com o espanto por estarem a circular de bicicleta em Lisboa, sem qualquer dificuldade.

Na António Augusto de Aguiar, mais um mito ficou desfeito, pois também essa se fez com enorme facilidade. Na paragem na Alexandre Herculano, despediram-se da MC porque tinham de ir buscar o filhote, agora ainda muito pequeno para andar nas cadeirinhas. Lá para primavera, quando os pais já tiverem mais prática e ele um pouco mais de tamanho, será passageiro assíduo. De assinalar que eles moram em Campolide, uma zona que é encarada por muitos como totalmente inacessível de bicicleta. Mas eles lá foram…

E assim, a MC fez com que mais dois (ou, pelo menos, ela) pessoas se tornem utilizadores urbanos de bicicleta, a que o programa Bike-Buddy irá em breve dar assistência, para completar a formação informal que foram tendo durante o percurso dessa sexta-feira.